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Lagoa dos Patos

Lagoa dos Patos

Lagoa dos Patos Matéria comemorativa 25 anos.

Para comemorar 25 anos, significa que o pesqueiro Lagoa dos Patos foi um dos primeiros a acreditar nesse empreendimento de lazer, esporte, turismo e diversão no interior do estado.

Desde o início sempre se preocupou em oferecer uma boa estrutura complementada com um ótimo serviço e com grandes investimentos para sua melhoria. Sempre focando em um trabalho diferenciado para receber famílias. E foi por isso que está comemorando 25 anos de existência com muita determinação de continuar sendo uma referência no interior, ou seja, no município de Jundiaí.

Por ter uma localização privilegiada e ser um lugar cativante, se tornou num pesqueiro muito querido pelos paulistanos,principalmente para quem gosta de pescar com a família. Talvez por proporcionar uma viagem rápida e segura pela melhor rodovia que temos no Brasil. A rodovia dos Bandeirantes. Um tapete de asfalto que proporciona muita segurança, e adequado para quem tem prazer em dirigir com tranquilidade. Pode-se chegar lá pela rodovia Anhanguera, também, pois o pesqueiro fica justamente embaixo do cruzamento da Bandeirantes e Anhanguera em Jundiaí.

Dependendo do lugar e condições de transito, é mais rápido ir para o Lagoa dos Patos do que frequentar os pesqueiros do entorno da Capital que as vezes tem que pegar estradas de chão e geralmente são mal conservadas. Para ir no Lagoa dos Patos, você não pega 1 m de chão.Recebe também, uma grande frequência de pescadores da região e municípios vizinhos, pois é conceituado e muito conhecido.

Chegando lá, você vai deparar com uma estrutura completa com 4 lagos para pesca, um grande e bonito restaurante, lanchonete, piscinas e dependências bem cuidadas.

Os lagos de pesca, são divididos da seguinte forma: 2 com peixes diversos e com grandes exemplares, um exclusivo para a pesca de Tilápias e um exclusivo para Carpas, predominando as Carpas Húngaras. Aliás, o Lagoa dos Patos é um dos únicos pesqueiros com lago exclusivo para Carpas, atendendo as expectativas dos pescadores do ultralight. Pescar uma Carpa de 15 kg num equipamento ultralight não tem como descrever a emoção. É muita esportividade. E é fácil de pegar nessa técnica. Isso significa muita diversão em um dia de pesca.

A convite do Marcos e do Sr. Alcebíades, ficamos honrados de poder fazer essa matéria comemorativa dos 25 anos do pesqueiro, coincidentemente na alta temporada de pesca e mais uma vez ter a chance de mostrar a piscosidade do pesqueiro e sua estrutura para todos os nossos leitores e pescadores que nos acompanha, também, pelas redes sociais.

Pela facilidade de locomoção em uma excelente rodovia, chegamos cedo e tivemos uma boa recepção. Nossa equipe foi formada pelo Jean Coqui (AmentalFishing), o Ricardo Yamada, o Alessandro Alves (Alê), o mestre Jairo Naca, o Clovis Nicollini, Sr. Washington e eu, Nelson Chiba.

Entrando pela portaria, em seguida estacionamos os carros já na beira do lago que fica de frente ao restaurante. Esse lago tem a forma de meia lua e decidimos pescar logo no começo, em frente a uma pequena ilha. Isso por esse lugar ser conhecido como um dos melhores lugares para a pesca no lago.

O primeiro peixe que saiu foi um belo Pintado pescado pelo Jean no ultralight. O lugar foi quase debaixo da passarela que dá acesso a ilhota. Uma grande briga vencida pelo Jean e o Pintado foi pra foto. Na sequência foi a vez do Yamada com um belo Tamba, depois o Jairo tirou um belo exemplar e eu também pesquei o meu Tamba.

Depois de um tempo de pesca, fui saber da pesca do Alê. Foi o único que estava pescando no lago de frente da lanchonete. O Alê estava desesperado pois a ação estava direta. Estava pescando de fundo. Era só arremessar e a bola de massa quase nem chegava ao fundo e os peixes já puxavam. Praticamente estava com peixe na linha o tempo todo. Pescou muitos Tambas, Pacus, Patingas e uma bela Piraputanga. O Alê estava com uma vara para pescar de cevadeira mas não dava tempo de jogar a cevadeira na água, tal a produtividade da pesca de fundo. Ponto para o pesqueiro Lagoa dos Patos. Muitos peixes ativos garantindo a alegria dos pescadores.

Voltando à nossa pescaria, por volta das 11:00hs, mudamos de lugar por ter chegados outros pescadores. Para não ficar tumultuado fomos pescar no lado oposto, lá no fundão. O primeiro que se dirigiu ao local foi o Clovis. E foi uma excelente iniciativa, pois logo nos primeiros arremessos, engatou um belo Tamba. Na sequência foi Eu, o Jairo e o Yamada.

Realmente acertamos o lugar onde estava o cardume dos Tambas. Ficou fácil demais. A cada arremesso, um Tamba na linha, ao ponto de ter 3 peixes fisgados ao mesmo tempo. Um triple entre os pescadores. Valentes e brigadores estavam testando a resistência dos pescadores.

Até o Jean foi fazer companhia à nós e na sua técnica matadora, pescou uma Pincachara e vários Tambas. É o ultralight fazendo história.

Amigos aqui quero fazer uma observação. Todos querem pegar um bom Tamba e brigar com ele. Mas quando você fica o tempo todo com peixes na linha como se fosse numa linha de produção, haja preparo físico. Confesso que quando paramos para o almoço, já estava “capengando” de tanto fazer esforço para tirar os peixes da água. Nessa hora você vê a diferença de uma boa tralha, com varas adequadas, carretilhas com manutenção em dia, linha pra aguentar o tranco e finalmente as iscas adequadas. Hora também de praticar a pesca esportiva consciente, com respeito ao peixe, esperando o tempo dele para cansar, não forçando, não maltratando ou machucando o nosso grande oponente, razão que move toda a pesca esportiva. É sensacional, mas também é cansativo. Um cansaço para o corpo mas um alivio para a mente. É por isso que é bom pescar.

No almoço, nos reunimos no restaurante e deparamos com inúmeras opções de pratos. Lugar muito agradável, cativante e com a comida pedida por nós, simples, mas muito gostosa. Olhando o cardápio, tem opções mais sofisticadas, mas isso para quem vai almoçar no local, pois, tem muitas empresas no entorno do pesqueiro e o restaurante é uma boa opção.

Após o almoço, voltamos ao nosso lugar de pesca lá no fundão. E a produtividade continuou. Acho que acertamos o dia. Também estávamos na boa temporada de pesca, pois na última matéria que fizemos no local, foi no inverno e mesmo assim saiu muitos peixes. Agora na temporada, a produtividade virou conversa de pescador. O tempo todo tinha peixe na linha brigando. Posso dizer com certeza que essa pesca foi a mais produtiva para toda a equipe, nessa temporada. Parabéns ao pesqueiro Lagoa dos Patos pela quantidade de peixes disponibilizados para os pescadores. Show.

Na pesca dos Tambas, o Yamada usou sua tradicional montagem com chicote de 3 metros, boia sinalizadora e ração furadinha. O Clovis, idem. Eu e o Jairo Naca usamos cevadeira com chicote de 80 cm, anzóis Chinú nº 4 e uma bolinha de massa como isca. Os dois sistemas foi mortal para os Tambas.

Por volta das 16:00hs, como é normal para a época, caiu uma forte chuva que durou uns 40 minutos. Corremos e nos abrigamos na lanchonete. Momento que pudemos conversar com o Marcos e o Sr.
Alcebíades. Ouvi muitas histórias interessantes sobre o pesqueiro e comprovei como é rica as histórias de nossa vida. Realmente as coisas que tem valor são construídas com muito esforço, trabalho e dedicação. Só quem persevera consegue manter um empreendimento por mais de duas décadas e continuar com sucesso.

Após a chuva, decidimos mudar um pouco o rumo de nossa pesca. O Jean foi atrás das Carpas no lago delas, o Jairo foi tentar as Carpas com o Fly Clássico. Eu propus fazer um desafio de pescar 20 Tilápias em uma hora na técnica do Fly Caipira. Seguindo para o lago das Tilápias, comecei bem mas no meio do caminho comecei errar muitas fisgadas. Então não consegui o meu objetivo, mas fisguei 14 exemplares em uma hora. O Jairo teve sucesso com uma bela Carpa no Fly Clássico, usando uma ração artificial e demorou bastante para tirar ela d´água. E o Jean pescando as Carpas no ultralight é “chover no molhado”. Pescou belos exemplares.

O Clovis continuou nos Tambas, lá no fundão. O Yamada, logo após a chuva, retornou para São Paulo e para registrar, o Alê após o almoço, também retornou por ter compromissos de trabalho.

No balanço geral, pescaria sensacional, com muitos peixes e confesso que fazia muito tempo que não pescava tantosTambas em um só dia. Tudo foi possível porque o pesqueiro Lagoa dos Patos tem muitos peixes, estrutura muito boa, água saudável para os peixes e ser a boa temporada de pesca. Diante do resultado, o pesqueiro poderia chamar-se Lagoa dos Tambas que ficaria muito bem.

Agradeço o Marcos, o Sr. Alcebíades pela oportunidade e toda a equipe que nos recebeu com muita atenção e prestou um atendimento nota dez. Assim a gente fica com vontade de frequentar sempre.

Aos membros da equipe, mais uma pescaria realizada com sucesso, graças a boa vontade e o talento de cada um, contribuindo para o total êxito dessa matéria.

Aos amigos leitores e pescadores, espero que gostem da matéria e vejam nas fotos a quantidade de bons exemplares pescados, nas mais diversas técnicas. Vale a pena ir conhecer o pesqueiro.

Para quem ainda não conhece o Lagoa dos Patos o endereço é: Rodovia Anhanguera, Km 50,5 (é na marginal da Anhanguera), Tel.: (11) 4537-1198 ou acesse o site www.pesqueirolagoadospatos.com.br

Um abraço a todos e até a próxima matéria.

Nelson Chiba
Pro Staff da Fishing News e pescador de pesqueiros.
nelsonchibapesca@gmail.com
YouTube: Nelson Chiba

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